Suspeito de matar cadela é internado após deixar prisão em Dores do Rio Preto

Suspeito de matar cadela é internado após deixar prisão em Dores do Rio Preto

Homem recebeu liberdade provisória em audiência de custódia e foi encaminhado para uma unidade psiquiátrica pública no mesmo dia. Indivíduo já vem sido acompanhado pela Secretaria Municipal de Saúde

Foto: arquivo / montagem

O homem de 53 anos preso em flagrante por suspeita de maus-tratos contra uma cadela comunitária em Dores do Rio Preto foi internado em uma unidade psiquiátrica pública no mesmo dia em que deixou o sistema prisional.

A internação ocorreu após a Justiça do Espírito Santo conceder liberdade provisória ao investigado durante audiência de custódia. Segundo a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), ele deixou o sistema prisional na terça-feira (28).

A Secretaria Municipal de Saúde de Dores do Rio Preto esclarece que o usuário envolvido no ocorrido sempre foi acompanhado pela rede municipal de saúde, inclusive com registro de internações anteriores ao fato. Após tomar conhecimento de sua soltura, a Secretaria também adotou as providências necessárias para viabilizar nova internação.

O acompanhamento vem sendo realizado pelas equipes de saúde do município, dentro dos serviços disponibilizados pela rede municipal, reafirmando o compromisso da Secretaria com o cuidado e a assistência à população.

A informação sobre a concessão da liberdade provisória foi divulgada na terça-feira (28) pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Maus-Tratos aos Animais da Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales).

O caso ocorreu no último domingo (26), no bairro Bom Jardim. Segundo a investigação, o homem é suspeito de ter atraído a cadela comunitária Bianca para o interior de sua residência, onde ela teria sido agredida com um facão e um pedaço de madeira. O animal chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Na ocasião, o suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de maus-tratos a animais, previstos na Lei de Crimes Ambientais, além de ameaça e injúria.

Bianca vivia em situação de rua e era alimentada e cuidada por moradores e protetores independentes da causa animal. O caso foi denunciado à CPI dos Maus-Tratos aos Animais, que informou ter acionado as autoridades competentes após tomar conhecimento dos fatos.

Moradores também relataram que o investigado já teria agredido outro animal anteriormente. Até o momento, porém, não há confirmação oficial de investigação relacionada a esse relato.

O caso segue sob investigação.

 

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Segunda, 03 Agosto 2026

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